Atletas paralímpicos brasileiros fazem intercâmbio digital com mais de 800 crianças japonesas

Atletas brasileiros que devem disputar os Jogos Paralímpicos de Tóquio em agosto de 2021 participaram de um intercâmbio digital com alunos japoneses do ensino fundamental da cidade de Hamamatsu, onde a delegação brasileira fará o período de aclimatação para o megaevento. Ao todo, 846 crianças participaram dos cinco bate-papos virtuais que fizeram parte da ação.

Cada bate-papo contou com a presença de dois atletas da mesma modalidade. Eles conversaram sobre as expectativas para os Jogos de Tóquio e responderam perguntas dos alunos durante a atividade que reuniu cinco escolas japonesas:  Nishi, Sunaoka, Miyakoda Minami, Hachiman e Sanarudai.

Os atletas que participaram do intercâmbio foram os nadadores Daniel Dias (classe S5, para atletas com deficiência físico-motoras) e Carol Santiago (S12, para atletas com baixa visão), a lançadora de dardo Raissa Rocha (F56, para cadeirantes), o velocista Petrúcio Ferreira (T47, para amputados de braço), o goleiro Luan Lacerda, o jogador de futebol de 5 Raimundo Nonato, os mesa-tenistas Danielle Rauen (classe 9) e Israel Stoh (classe 7) e os jogadores de bocha Evelyn de Oliveira (classe BC3) e Mateus Carvalho (classe BC3).

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e a prefeitura de Hamamatsu celebraram a manutenção do contrato da sede da aclimatação brasileira para os Jogos de Tóquio. A 16ª edição dos Jogos Paralímpicos, que será sediada na capital japonesa em agosto de 2021, foi adiada por um ano devido à pandemia de Covid-19.

Com cerca de 790 mil habitantes, Hamamatsu fica localizada na província de Shizuoka, 260 km ao sul de Tóquio. A cidade abriga a maior colônia brasileira no Japão, o que motivou o município a se interessar em receber a delegação nacional.

A direção técnica do CPB esteve em Hamamatsu em 2019, quando visitou as instalações esportivas que servirão para os ajustes finais da delegação brasileira antes dos próximos Jogos Paralímpicos. Todas serão adequadas a fim de propiciar as melhores condições de acessibilidade e treinamento aos atletas do Brasil.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro

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