Auxílio Inclusão é voltado para pessoas com deficiência incluídas no BPC que ingressam no mercado formal

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Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Como um estímulo à autonomia de pessoas com deficiência e um incentivo ao profissionalismo e para que empresas privadas incluam a diversidade em seus quadros funcionais, o Auxílio Inclusão é um recurso para estimular a independência das Pessoas com Deficiência.

O Auxílio Inclusão foi instituído pelo Governo Federal por meio do Ministério da Cidadania e está em operação desde outubro de 2021. E poucas pessoas sabem disso.

O benefício pode ser requerido por pessoas com deficiência que fazem parte do Benefício de Prestação de Continuada (BPC) ou fizeram parte do quadro de beneficiários do programa nos últimos 5 anos. O Auxílio Inclusão prevê um repasse de meio salário mínimo (R$ 550) como incentivo às pessoas com deficiência que ingressam e permanecem no mercado de trabalho, com remuneração do trabalho de até dois salários mínimos. Elas receberão o benefício enquanto estiverem empregadas. Receberão juntamente com a remuneração. São valores que se somam.

Para ter acesso, além de ter ingressado no mercado de trabalho, a pessoa tem de estar inscrita e com os dados atualizados no Cadastro Único para os programas sociais do Governo Federal, ter o CPF regularizado e preencher as condições de manutenção do BPC, inclusive quanto à renda familiar, mas nela não será computada tanto a remuneração do trabalho quanto o valor do Auxílio Inclusão.

O Auxílio Inclusão pode ser requerido desde 1º de outubro em qualquer um dos canais de atendimento do INSS, como a internet, o aplicativo Meu INSS, o canal 135 ou um dos postos de atendimento. Para isso, é necessário inserir as informações pessoais para que seja constatado o ingresso no mercado de trabalho. Este também é um incentivo ao empregador, que atende a lei de cotas.