Confira 7 motivos para fazer atividade física com o Movimente-se

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) publicou a quarta aula do segundo módulo do Movimente-se nesta segunda-feira, 31, no site do Movimento Paralímpico. O projeto patrocinado pela Loterias Caixa oferece atividade física para pessoas que fazem uso de cadeira de rodas, são amputadas, cegas, têm baixa visão ou paralisia cerebral. 

A plataforma foi lançada em 1º de junho e já impactou mais de 200 mil pessoas pelo país. Para incentivar mais ainda as pessoas com deficiência a começarem a se exercitar com o Movimente-se, listamos sete motivos para seguir o programa: 

1 – Qualquer pessoa pode fazer
Os exercícios foram pensados para pessoas que nunca praticaram atividade física ou que não possuem orientação profissional.  Também podem ser seguidos por quem já fazia atividade física, mas teve que parar por conta da pandemia da Covid-19. Para seguir as aulas, não é necessário nenhum equipamento esportivo. Pode usar objetos que comumente se tem em casa. 

2 – Promove o bem-estar
Praticar atividade física é uma das ferramentas para ter qualidade de vida. O hábito de se exercitar melhora o humor, diminui a ansiedade, previne doenças e ajuda a tratar doenças pré-existentes. No primeiro módulo do Movimente-se lançado em junho, o objetivo é melhorar o equilíbrio muscular e motor, o que melhora a execução das atividades diárias e reduz o risco de lesões. Já no segundo módulo, que está na quarta aula, o programa tem como propósito o fortalecimento muscular. Mas para ter todos os benefícios mencionados é preciso praticar atividade física com regularidade, por isso recomenda-se fazer as aulas do Movimente-se três vezes por semana. 

3 – Fácil acesso
A plataforma é gratuita e on-line, assim pode ser acessada de qualquer lugar e a qualquer momento. Basta entrar no site do Movimento Paralímpico (movimentoparalimpico.com.br). “Quando você faz uma busca na internet, já acha um manual rápido para se exercitar com exemplos”, lembrou Vinícius Rodrigues, medalhista de bronze nos 100m da classe T63 (amputados de perna) no Mundial de Atletismo em Dubai. Como as aulas são gravadas, também pode pausar se precisar e ver quantas vezes quiser.  

4 – Conteúdo de qualidade
Todo conteúdo do Movimente-se é ministrado pelos técnicos do CPB. Cada aula consiste em aquecimento, exercício principal e volta à calma (relaxamento). Os vídeos são divididos por tipo de deficiência com aulas específicas para cadeirantes, paralisados cerebrais, amputados e deficientes visuais. 

5 – São os atletas que demonstram os exercícios
As aulas contam com a participação de atletas de alto rendimento que mostram exatamente como fazer os movimentos. Nesta quarta aula, os atletas convidados foram os velocistas Fabrício Ferreira (classe T12, para atletas com baixa visão), Verônica Hipolito (classe T37, para paralisados cerebrais) e Washington Assis (classe T47, para amputados de braço), além do nadador Ronystony Silva (classe S5, para atletas com limitações físico-motoras), que participa da aula para cadeirantes.   

6 – É acessível
Para pessoas com deficiência visual é um desafio acompanhar atividades por meio de vídeos, mas no Movimente-se: “as instruções são específicas e bem direcionadas para que a gente não faça o movimento errado”, como explicou Fabrício Ferreira, medalhista de bronze nos 100m da classe T12 (baixa visão) no Mundial de Atletismo de Dubai 2019. Além disso, as videoaulas para deficientes visuais contam com o recurso de audiodescrição, serviço que descreve as imagens.  

7 – Assistência em tempo real
Os praticantes com deficiência visual do Movimente-se também contam com assistência por vídeo no aplicativo Be My Eyes. Por meio desta parceria com o app dinamarquês que conecta pessoas cegas e com baixa visão a voluntários, o CPB disponibiliza profissionais de Educação Física para tirar as dúvidas sobre as aulas desses usuários de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.    

Para fazer contato direto com Be My Eyes, o e-mail é: [email protected]. Já o Movimente-se também dispõe de assistência por e-mail: [email protected]
Fonte: Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro