Diversidade e inclusão na tela da Netflix

ilustração do logo da Netflix

A Netflix deu mais um importante passo para ampliar a representação da diversidade e inclusão nas séries e filmes que disponibiliza em sua plataforma de streaming. A companhia anunciou a criação de um fundo que vai investir US$100 milhões em conteúdos focados em diversidade pelos próximos 5 anos.

Como adoramos uma boa história, ficamos curiosos para saber mais. E como sabemos que vocês também adoram uma boa história, resolvemos compartilhar o que encontramos. A intenção é refletir para que essa história também possa ser contada em sua empresa.

Então vamos lá conhecer os episódios dessa série?

Netflix – Episódio 01: autocrítica

Tem hora que é preciso questionar se o que fazemos está no caminho correto, não é mesmo? E foi isso que fez a Netflix. A empresa se questionou sobre o seu progresso em diversidade e inclusão. Veja só o que disseram:

“Com a expansão para filmes e documentários, continuamos rompendo barreiras e dando protagonismo a profissionais de comunidades com pouca representação, como Laverne Cox, Rachel Morrison, Yance Ford e Dee Rees. Graças a histórias como Cara Gente Branca, Olhos que Condenam, Atypical, Master of None e Hannah Gadsby: Nanette, muitas pessoas se sentiram representadas na tela pela primeira vez. Pensamos que estávamos avançando… mas será que estávamos mesmo? E será que era o suficiente?” https://about.netflix.com/pt_br/news/building-a-legacy-of-inclusion

Netflix – Episódio 02: autoavaliação

O questionamento da empresa despertou a vontade de ir além e motivou um estudo conduzido pela USC Annenberg Inclusion Initiative, que avaliou a composição das equipes de atores e atrizes da Netflix e também de criadores, produtores, roteiristas e diretores. Esse diagnóstico considerou a representação de gênero, raça, identidades LGBTQIA+ e pessoas com deficiências nas produções.

Não vamos dar spoiler aqui sobre os resultados, mas recomendamos que você leia sobre o relatório de inclusão da Netflix.

Netflix – Episódio 03: ação

No episódio anterior, a companhia percebeu que apesar dos esforços até então realizados e dos avanços em representatividade com o passar dos anos, ainda havia um longo caminho pela frente. Inclusive foi bem alertada que para conseguir isso é preciso garantir a diversidade também entre os executivos da Netflix.

E agora? Com o diagnóstico em mãos, qual é o próximo passo? É hora de agir! E veio a iniciativa de criação do Fund for Creative Equity (ou Fundo para Criatividade Inclusiva), que  investirá nos próximos cinco anos na representatividade de protagonistas e em uma geração de criadores de grupos até então sub-representados.

Aguardando cenas dos próximos capítulos

A autocrítica representa a vontade de mudar, de sair do lugar comum e evoluir. A autoavaliação leva a uma retrato da situação permitindo conhecer e metrificar os indicadores de inclusão. E a ação, ou as ações, servem para gerar mudanças e transformar esse cenário. Ainda resta esperar para conhecer os rumos dessa história, mas já estamos ansiosos para ver os resultados na telinha. E vocês? Também acham que o caminho de autocrítica, autoavaliação e ação faz sentido?

Fonte:  www.blogstacausa.com.br

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