Imaginação + amor de mãe

Mulheres com deficiência visual falam sobre a maternidade e de como idealizam seus filhos.Andreza, 37 anos, perdeu a visão um mês depois do parto, consequência de um problema no cérebro. Foram dois aprendizados ao mesmo tempo: ser mãe e deficiente visual. “Eu tinha desejado muito ser mãe e a possibilidade de ela nascer e eu não poder vê-la me doía muito”, lembra.

Então ela aceitou sua condição, superou as frustrações e se reergueu: “quando eu falei que ia aceitar o que tinha acontecido comigo, foi quando a minha vida se transformou”.

Renata, 26 anos, cega desde os seis meses de idade, achou que um dia teria que contar ao filho sobre sua situação, mas não precisou. “Eu pensei que ia ter que sentar e explicar em algum momento para ele que a mamãe não enxerga, mas ele sabe”. Seu filho aprendeu como é a rotina de uma mãe com deficiência visual: ”quando ele vai me dar um brinquedo, ele segura minha mão e coloca o brinquedo. Para o pai, ele estica o bracinho e dá”.

Vanessa, 33 anos, tem duas filhas. Perdeu a visão aos 4 anos. Lamenta não ter tido a oportunidade de ver os rostos das meninas. Mas, assim como as outras mulheres, aprendeu a enxergar com o coração. “Eu quero passar para elas que ter uma mãe deficiente visual não é um peso, é um orgulho e um exemplo”.

E é mesmo!

Confira o depoimento emocionante da Andreza, da Renata e da Vanessa no link http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/como-voce-imagina-o-seu-filho-maes-deficientes-visuais-respondem-e-falam-de-maternidade.ghtml

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