Maratona de programação vai desafiar competidores a criarem soluções para garantir uma melhor acessibilidade para pessoas com deficiência visual*

A próxima edição do Hacking.Rio, maior maratona de inovação da América Latina, já tem data marcada para acontecer: entre os dias 26 e 28 de novembro. Com o formato totalmente digital, a quarta edição do evento contará com a participação de diferentes setores com o objetivo de gerar soluções simples para garantir uma melhor acessibilidade para pessoas com deficiência visual.

“O nosso movimento é feito para transformar vidas. Juntamos todo o ecossistema de tecnologia, inovação e educação numa maratona incrível, rica e cheia de aprendizados. Essa construção sempre foi coletiva, de pessoas para pessoas, em todo Brasil, e queremos ver todos juntos novamente, então decidimos transferir a data da maratona para novembro”, afirma a CEO e fundadora do Hacking.Rio, Lindalia Junqueira.

O desafio da Enel Brasil nesta edição será focado em como garantir mais acessibilidade para as pessoas com deficiência visual nas cerca de 240 lojas de atendimento das quatro distribuidoras da companhia, localizadas no Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará e Goiás.

De acordo com dados do último Censo realizado no Brasil, em 2010, mais de 18% da população brasileira possui algum tipo de deficiência visual. Os hackathoners deverão então usar a criatividade e as habilidades para criar recursos de acessibilidade para melhorar a experiência de atendimento da pessoa com deficiência visual nas lojas da Enel. O desafio está diretamente relacionado ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis, que tem entre os itens proporcionar o acesso universal a espaços públicos seguros, inclusivos, acessíveis e verdes, em particular para as mulheres e crianças, pessoas idosas e pessoas com deficiência.

“A Enel tem atuado em diversas frentes para a promover a inclusão e a equidade. A partir dos resultados do desafio, as soluções desenvolvidas no hackaton serão trabalhadas em ações internas para ampliar o desenho de projetos mais inclusivos. A iniciativa faz parte da nossa contribuição ao Valuable 500, um movimento global que insere a pessoa com deficiência na agenda corporativa. Por fim, buscamos também melhorar nossos processos com a colaboração do ecossistema, sempre com foco na melhoria dos serviços prestados, reafirmando assim o posicionamento da Enel como uma empresa inovadora”, explica Loren de Souza Almeida, Head of Innovation Hub da Enel Brasil.

 

Maratona

A competição entre os “hackers do bem” reunirá as melhores equipes, mentores especialistas e instituições de ensino de todo o Brasil e países de língua portuguesa, que disputarão a premiação de até R$ 150 mil. Os participantes terão de solucionar desafios relacionados aos 17 ODS da ONU e um Desafio da NASA relacionado a crimes cibernéticos. A competição será dividida em 18 clusters temáticos no total e podem ter transversais de games, IoT, IA, Blockchain, Data, Cybers, entre outros.

 

Equipes

As equipes poderão ser compostas por três a cinco pessoas que já tenham experiência em outros hackathons e desafios techs. Vão existir duas categorias: juniores e masters. Os masters passam por uma seleção dos 50 melhores hackers para a disputa de maior prêmio e terão uma visibilidade maior durante a maratona.

“Não somos um evento, e sim um movimento em prol da educação e empreendedorismo digitais. Nosso propósito de promover vários hackathons simultâneos por todo Brasil durante os três meses de olimpíadas é de incentivar que mais pessoas queiram aprender a programar e mergulhem neste novo mundo digital. Desde 2018, o Hacking.Rio já reuniu mais de 13 mil participantes e abriu muitas oportunidades de crescimento pessoal e profissional. Na pandemia, todos podem participar desta rede de colaboração e fazer a diferença na sua comunidade”, conta a CEO e fundadora, Lindalia Junqueira.

Premiação

Cada equipe vencedora de uma das 17 categorias do Hacking.Rio terá uma premiação de R$ 5 mil e R$ 30 mil para a equipe vencedora do Desafio da NASA. Depois, as 18 equipes vencedoras disputam a finalíssima do Hacking.Rio e o “vencedor dos vencedores” receberá mais R$ 30 mil.  Também serão premiados com R$ 5 mil o Melhor Mentor, dando destaque a Melhor Instituição de Ensino, totalizando os R$ 150 mil em premiação geral. Além do dinheiro, outros benefícios de parceiros serão oferecidos aos vencedores como: programas de aceleração de startups, bolsas de estudos, produtos exclusivos e viagens ao exterior.

Sobre a Enel Brasil

A Enel Brasil é o maior player privado do setor de energia brasileiro em número de clientes. Sua estratégia de atuação é baseada no seu Plano de Sustentabilidade e nos compromissos assumidos com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. Está presente em toda a cadeia energética atuando em distribuição, geração, transmissão e comercialização, bem como em soluções inteligentes de energia. Por meio de quatro distribuidoras nos estados do Rio de Janeiro, Ceará, Goiás e São Paulo, a Enel leva energia para cerca de 18 milhões de clientes. Por meio de sua subsidiária de energia renovável Enel Green Power Brasil, a Enel é o maior player solar e eólico em termos de capacidade instalada e portfólio de projetos. O Grupo possui capacidade instalada renovável total em operação de 3,7 GW no Brasil, sendo 1.498 MW de energia eólica, 979 MW de energia solar e 1.269 MW de energia hidrelétrica. A Enel Brasil também opera uma usina térmica de ciclo combinado (gás e vapor) com 326,6 MW de capacidade instalada, no estado do Ceará.

A Enel Brasil possui e opera, no Rio Grande do Sul, um ativo estratégico para a integração energética do Mercosul que é responsável pela conversão e transmissão de energia do Brasil para a Argentina e vice-versa. No segmento de comercialização, a Enel compra e vende energia convencional e incentivada no mercado livre em diversos estados e, em 2020, lançou a Enel Trading Brasil S/A, nova comercializadora de energia do Grupo no país. A Enel também atua no Brasil por meio da Enel X, sua linha de negócios dedicada ao design e desenvolvimento de produtos e serviços com foco nos princípios da sustentabilidade e economia circular para fornecer às pessoas, comunidades, instituições e empresas soluções que respeitem o meio ambiente e incorporem inovação tecnológica na vida diária.

Serviço:

4ª edição do Hacking.Rio

Data: 26 a 28 de novembro

Hacking.Rio o maior Hackathon da América Latina e a maior plataforma global Eduhacking (hackingrio.com)

*  A Revista Reação adequa todos os termos utilizados de forma indevida em relação às pessoas com deficiência, de acordo com as novas regras adotadas em todo o mundo desde 2006. Atualmente, o termo oficial e CORRETO que foi definido pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito das Pessoas com Deficiência é PcD que significa Pessoa com Deficiência, pois ele esclarece que há algum tipo de deficiência sem que isso inferiorize quem a tem. Pessoa portadora de deficiência (PPD) ou Portador de Necessidades Especiais (PNE) são termos errados e devem ser evitados, uma vez que não transmitem a realidade como deveriam.