McDonald’s gera emprego para pessoas com deficiência em parceria com mais de 100 organizações

Dar oportunidades de trabalho para as pessoas com e sem deficiência. E entre as pessoas com deficiência, dar empregos para as pessoas com deficiência física ou mental. Com esta filosofia, o McDonald’s, maior rede de fast-food de hambúrgueres do mundo, ultrapassou a marca de mais de 100 organizações que a empresa chama de “parceiras” no Brasil. São organizações que auxiliam o McDonald’s em ações de contratações, sensibilização e treinamento de pessoas com deficiência.

Marcelo Nóbrega, diretor de Recursos Humanos do McDonald’s no Brasil, diz que a empresa começou a integrar pessoas com deficiência muito antes da aprovação da Lei de Inclusão Social, em 2004. O McDonald’s tem atualmente 37 mil restaurantes no mundo, dos quais 930 estão no Brasil.

“Nós começamos o nosso projeto em parceria com a APAE – Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais. Hoje trabalhamos com mais de 100 organizações”, comenta Nóbrega. Segundo ele, o McDonald’s possui programa de inclusão das pessoas com deficiência nos Estados Unidos desde a década de 1960 e, no Brasil, desde que abriu sua primeira lanchonete, em 1979. “A contratação de pessoas com deficiência faz parte da política do RH do McDonald’s. A empresa entende que dar oportunidades às pessoas com deficiência torna o ambiente de trabalho mais rico. Por isso, temos funcionários com deficiência em diversas regiões do Brasil porque todos os nossos restaurantes estão prontos para recebê-los”, diz Nóbrega.

Segundo ele, os funcionários com deficiência passam por treinamento, assim como os sem deficiência, para começar a trabalhar nos restaurantes. “Atualmente, o McDonald’s investe R$ 40 milhões em capacitação pessoal no Brasil. Mas ressalto que, além do treinamento em restaurante, a empresa conta com mais de 100 organizações parceiras que garantem um melhor desenvolvimento para as pessoas com deficiência”, explica.

Apenas para as pessoas com deficiência, o McDonald’s possui atualmente uma equipe de 50 profissionais, entre gestores de inclusão, médicos do trabalho, enfermeiros e gerentes selecionadores. “Todos os médicos do trabalho receberam treinamento para a avaliação e integração de pessoas com deficiência, permitindo que tenham uma análise mais abrangente e inclusiva para este público. Desse modo, garantimos uma melhor integração entre todos”, explica Nóbrega.

O diretor ressalta que dar oportunidades de trabalho para todos, respeitando os atributos únicos e as perspectivas de cada funcionário, torna o ambiente laboral mais rico e justo. “Quando estamos abertos a conviver com quem não é igual a nós, abre-se um mundo de aprendizado, troca e crescimento profissional, mas principalmente humano. Ao serem diversas e inclusivas, as empresas estão criando ambientes de trabalho mais ricos e humanos, ao mesmo tempo que se conectam melhor com seus clientes e consumidores, que também são diversos”, finaliza.

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