SJDHDS debate sobre Direitos das Pessoas com Deficiência na Jornada Pedagógica 2020

A Jornada Pedagógica 2020, encontro promovido pela Secretaria Estadual de Educação (SEC), recebeu nesta quinta-feira (06) um debate sobre “Sociedade Inclusiva: Limites e Expectativas”. O debate contou com a participação do superintendente dos Direitos das Pessoas com Deficiência, da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia (SJDHDS), Alexandre Baroni. A atividade aconteceu no auditório do Instituto Anísio Teixeira, em Salvador.
Durante o encontro, que tem como tema “Ano Anísio Teixeira: pela união entre a educação e a vida”, o superintendente falou sobre a necessidade de incluir, no planejamento das instituições de ensino, ações e atividades que possam levar para o ambiente educacional, o debate sobre os direitos das pessoas com deficiência.
“Além de apresentar o que o Governo do Estado vem fazendo efetivamente sobre os direitos das pessoas com deficiência, trouxemos a reflexão sobre o que podemos fazer para alcançar essa sociedade inclusiva”, afirmou o superintendente.
“A educação inclusiva é uma educação boa para todos. Estamos instigando educadores e gestores para gerarem mudanças em seus contextos escolares, o que pode refletir em melhorias na aprendizagem dos estudantes da rede estadual de ensino”, completou Baroni.
O debate contou ainda com a participação da Presidente da Associação de Psicopedagogia da Bahia, Joanice Bezerra; da psicopedagoga Marize Coelho; e da Coordenadora do Núcleo de Pesquisa Conflitos, Estados e Direitos Humanos da Universidade Católica de Salvador (CEDH/UCSal), Érica Rios.
Na oportunidade, a coordenadora da CEDH, Érica Rios, fez um apanhado sobre os Direitos Humanos e reforçou a importância de tratar do tema em sala de aula, desde o ensino básico.
“A abordagem dos Direitos Humanos em sala de aula é de extrema importância na busca pelo respeito entre alunos, professores. É possível recorrer a muitos materiais para explorar a ideia de igualdade e respeito, reforçando que não há superioridade entre gêneros, sexualidade, cor, religião, condição socioeconômica, etc. Portanto, aproveitem esses princípios para sensibilizar estudantes sobre a importância de se respeitar o próximo, de forma a evitar situações preconceituosas, de violência, intimidação, bullying, entre outros momentos vexatórios”, destacou.